quinta-feira, 27 de abril de 2017

O amor tem 5 estágios, mas a maioria dos casais separa no terceiro


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O psicólogo Jed Diamond descobriu os estágios do amor. Ele trabalhou como terapeuta de casais e famílias por mais de 40 anos e reparou que o amor tem 5 fases e que a maioria das pessoas para na terceira fase e vai à procura de um novo amor, por acreditar que o relacionamento anterior não deu certo.

Todos querem ter um amor, alguém que para envelhecer juntos e dividir momentos importantes de suas vidas. Mas poucos estão dispostos a ir além do terceiro estágio, por isso que vemos tantos divórcios.

O Dr. Jed explica que muitas pessoas acreditam que estavam com a pessoa errada, mas é porque elas não entendem que o estágio 3 é apenas o começo de um amor forte e duradouro.

Estágio 1: Apaixonam-se

Esta é a fase que todos já experienciaram um dia. É quando a pessoa apaixonada se vê no futuro com a outra, imagina que aquela pessoa irá satisfazer todos os seus desejos e completar sua vida. É quando o corpo libera hormônios como a dopamina, que dá uma sensação de felicidade e satisfação. O casal apaixonado acredita que esses sentimentos irão permanecer para sempre, mas não é bem assim.

Estágio 2: Tornam-se um casal

Nessa fase o casal se apaixona mais, os sentimentos ficam mais aflorados e eles se tornam um casal. Normalmente, é nessa fase que os dois se casam e têm filhos. Eles constroem uma família e, se suportarem as adversidades de criar as crianças, o amor entre eles fica mais profundo e se desenvolve mais. É quando o casal se sente unido, seguro, feliz e confortável.

Estágio 3: Desilusão

Para muitos casais esse estágio é o começo do fim. Os dois começam a se irritar por coisas pequenas e se sentem menos amados. Sentem que devem escapar dessa armadilha. Eles se perguntam para onde aquela pessoa amada foi e onde aquele relacionamento feliz está. Por isso que um parceiro ou o casal decide se separar.

O Dr. Jed explica que essa fase pode apenas parecer um "inferno". Mas ela é, na verdade, muito importante para o relacionamento. É a oportunidade que o casal tem de queimar todas as ilusões que tem um do outro e aprender a amar verdadeiramente um ao outro. É quando eles param de amar as "projeções" que tem um do outro e amam a pessoa com quem se casaram.

Estágio 4: Criam amor real e duradouro

Após vencer o estágio 3 e perceber o que causa dor e conflito na relação, o casal pode desenvolver um amor forte e mais verdadeiro. É nessa fase que os dois se tornam aliados e tentam ajudar um ao outro a curar qualquer trauma ou medo. Eles aceitam um ao outro exatamente da maneira que são.

Estágio 5: Usam o poder de dois para mudar o mundo

Se um casal não consegue resolver seus próprios conflitos e aprender a se amar, eles não conseguirão mudar o mundo à sua volta. Vemos tantas desgraças nas notícias, pessoas que fazem o mal para outras, catástrofes... Mas um casal é capaz de mudar o mundo à sua volta e espalhar amor se eles nutrirem o amor um pelo outro.


https://familia.com.br/12276/o-amor-tem-5-estagios-mas-a-maioria-dos-casais-separa-no-terceiro

http://static2.blastingnews.com/media/photogallery/2017/4/19/660x290/b_586x276/confira-quais-sao-essas-fases-e-como-evitar-problemas-na-relacao_1283069.jpg
 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Dez Razões Pelas Quais É Errado Tirar a Vida de Crianças por Nascer


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Por John Piper
 
Tópico: Aborto.

Esta não é uma defesa da humanidade do feto. É um argumento de que, se os fetos são seres humanos, não devem ser abortados. Existem alguns abortistas que acreditam que os fetos são seres humanos. Mas estes médicos fazem abortos regularmente de qualquer maneira, porque eles acreditam que tirar a vida humana inocente, apesar de trágico, é justificável tendo em consideração as circunstâncias difíceis enfrentadas por mãe e filho. Alguns destes médicos querem ser Cristãos e bíblicos, e não veem a sua prática como errada. Eu escrevi este pequeno texto para encorajar estes médicos a reconsiderar.

1. Deus ordenou: "Não matarás" (Êxodo 20:13).

Estou ciente de que alguns assassinatos são endossados ​​na Bíblia. A palavra para "matar" em Êxodo 20:13 é o Hebraico rahaz. Ela é usada 43 vezes no Antigo Testamento em Hebraico. Sempre significa matança pessoal violenta, que na verdade é assassínio ou é acusado de assassínio. Nunca é usada para matar na guerra ou (com uma possível exceção, Números 35:27) matar em execução judicial. Tanto que há uma diferença clara entre o "colocar à morte" legal e o "assassinato" ilegal. Por exemplo, Números 35:19 diz: "O assassino certamente será morto”. A palavra "assassino" vem de rahaz que é proibido nos Dez Mandamentos. A palavra "pôr à morte" é uma palavra geral que pode descrever as execuções legais.

Quando a Bíblia fala do matar que é justificável, geralmente tem em mente a partilha por Deus de alguns dos Seus direitos com a autoridade civil. Quando o estado age na sua qualidade de preservador ordenado por Deus da justiça e paz, ele tem o direito de "trazer a espada", como Romanos 13:1-7 ensina. Este direito do Estado é sempre exercido para punir o mal, não para atacar os inocentes (Romanos 13:4).

Portanto, "Não matarás" é uma denúncia clara e retumbante da matança de crianças inocentes ainda por nascer.

2. A destruição da vida humana — seja ela embrionária, fetal ou viável -— é uma agressão à obra singular de Deus de formar as pessoas.

Podemos dizer alguma coisa a partir das Escrituras sobre o que está acontecendo quando uma vida no ventre é abortada? Considere dois textos. Salmo 139:13 diz: "Tu possuíste os meus rins, cobriste-me no ventre de minha mãe”.

O mínimo que podemos extrair deste texto é que a formação da vida de uma pessoa no ventre é obra de Deus. Deus é o "Tu" neste versículo. Além disso, podemos dizer que a formação de vida no ventre não é um mero processo mecânico, mas é algo sobre a analogia da tecelagem ou tricô: "Cobriste-me no ventre de minha mãe". A vida do nascituro é o tricô de Deus, e o que Ele está tecendo é um ser humano à Sua imagem, ao contrário de qualquer outra criatura no universo.

O outro, menos conhecido, o texto que está no livro de Jó. Jó está protestando que ele não rejeitara a causa de qualquer dos seus servos, embora naquela cultura muitas pessoas pensassem que os servos não eram pessoas, somente propriedades. A coisa a observar aqui é como Jó argumenta.
Jó 31:13-15 diz: 13 Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles contendiam comigo; 14 Então que faria eu quando Deus se levantasse? E, inquirindo a causa, que lhe responderia? 15 Aquele que me formou no ventre não o fez também a ele? Ou não nos formou do mesmo modo na madre?”.
O versículo 15 dá a razão pela qual Jó seria culpado se ele tratasse seu servo como menos do que uma igualdade humana. A questão não é realmente que uma pessoa possa ter nascido livre e a outra nascido na escravidão. A questão remonta antes do nascimento. Quando Jó e seus servos estavam sendo formados no ventre, a Pessoa-chave no trabalho era Deus. Essa é a premissa do argumento de Jó.

Então ambos, Salmo 139 e Jó 31 destacam a Deus como o principal trabalhador — Nutridor, Formador, Tecelão, Criador — no processo de gestação. Por que isso é importante? É importante porque Deus é o único que pode criar a personalidade. Mães e pais podem contribuir com um óvulo impessoal e um pouco de esperma impessoal, mas apenas Deus cria a personalidade independente. Então, quando a Escritura enfatiza que Deus é o Cuidador e o Formador no ventre, deve-se destacar que o que está acontecendo no ventre é obra exclusiva de Deus, a saber, a formação de uma pessoa. Do ponto de vista bíblico a gestação é obra única de Deus, isto é, a criação de uma pessoa.

Podemos argumentar, eu digo, interminavelmente sobre o que seja personalidade total. Mas isso podemos dizer, eu acho, com grande confiança: o que está acontecendo no ventre é um trabalho único de Deus de formar uma pessoa, e somente Deus sabe quão profunda e misteriosamente a criação de uma personalidade é tecida durante a confecção de um corpo. Por isso, é arbitrário e injustificado presumir que, em qualquer ponto do tecer dessa pessoa, sua destruição não é uma agressão às prerrogativas de Deus, o Criador.

Para colocá-lo de forma positiva: a destruição da vida humana concebida — seja ela embrionária, fetal ou viável — é uma agressão ao trabalho único de Deus de formar as pessoas. O aborto é uma agressão a Deus, e não apenas ao homem. Deus está trabalhando no ventre desde o momento da concepção. Este é o testemunho claro do Salmo 139:13 e de Jó 31:15.

3. Abortar seres humanos ainda não nascidos cai sob a repetida proibição bíblica contra o "derramamento de sangue inocente”.

A expressão "sangue inocente" aparece cerca de 20 vezes na Bíblia. O contexto é sempre o de condenar aqueles que derramaram este sangue ou alertar as pessoas a não o derramarem. Sangue inocente inclui o sangue das crianças (Salmos 106:38). Jeremias coloca-o em um contexto com os refugiados e as viúvas e órfãos: "Assim diz o Senhor: Faça justiça e retidão, e livra das mãos do opressor aquele que foi roubado. E não aflija nem pratique violência contra ao estrangeiro, o órfão, e a viúva, nem derrames sangue inocente neste lugar”. Certamente o sangue do feto é tão inocente como qualquer sangue que corre no mundo.

4. A Bíblia frequentemente expressa a alta prioridade que Deus coloca na proteção, abastecimento e defesa dos mais débeis e indefesos e mais oprimidos membros da comunidade.

Repetidas vezes lemos sobre o estrangeiro, a viúva e o órfão. Estes são o especial cuidado de Deus e deve ser o cuidado especial do Seu povo.
“O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás; pois estrangeiros fostes na terra do Egito. (E vocês eram todos na ocasião bebês no ventre!). A nenhuma viúva nem órfão afligireis. Se de algum modo os afligires, e eles clamarem a mim (como o sangue de Abel clamou da terra, Gênesis 4:10), eu certamente ouvirei o seu clamor. E a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos” (Êxodo 22:21-24).

“Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no seu lugar santo” (Salmos 68:5).

“Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios” (Salmos 82:3-4).

“Matam a viúva e o estrangeiro, e ao órfão tiram a vida. Contudo dizem: O Senhor não o verá; nem para isso atenderá o Deus de Jacó. E trará sobre eles a sua própria iniquidade; ... e os destruirá na sua própria malícia; o Senhor nosso Deus os destruirá” (Salmos 94:23).
5. Ao julgar uma vida humana difícil e trágica como um mal pior do que tirar a vida, abortistas contradizem os ensinamentos bíblicos de que Deus ama mostrar Seu poder gracioso através do sofrimento e não apenas por ajudar as pessoas a evitarem o sofrimento.

Isso não significa que devemos procurar o sofrimento para nós mesmos ou para os outros. Mas isso significa que o sofrimento é geralmente retratado na Bíblia como necessário e ordenado por Deus, embora não agradável a Deus, e próprio deste mundo caído (Romanos 8:20-25, Ezequiel 18:32), e especialmente a porção necessária de todos os que desejam entrar no reino (Atos 14:22; 1 Tessalonicenses 3:3-4) e viver uma vida de piedade (2 Timóteo 3:12). Este sofrimento nunca é visto apenas como uma tragédia. Ele também é visto como um meio de profundo crescimento com Deus e tornar-se forte nesta vida (Romanos 5:3-5; Tiago 1:3-4; Hebreus 12:3-11; 2 Coríntios 1:9, 4:7- 12; 12:7-10) e tornando-se algo glorioso na vida por vir (2 Coríntios 4:17; Romanos 8:18).

Quando abortistas argumentam que tirar a vida é menos mau do que as dificuldades que acompanharão a vida, eles estão se tornando mais sábios do que Deus, que nos ensina que Sua graça é capaz de atos maravilhosos de amor através do sofrimento daqueles que vivem.

6. É um pecado de presunção justificar o aborto, tirando conforto do fato de que todas estas crianças irão para o Céu ou terão uma vida completa na ressurreição.

Esta é uma maravilhosa esperança quando o coração é quebrantado com penitência e busca o perdão. Mas é má para justificar a matança pelo resultado feliz da eternidade para o assassinado. Esta mesma justificativa poderia ser usada para justificar a matança de crianças de um ano, ou qualquer crente destinado ao Céu por esse motivo. A Bíblia faz a pergunta: "Havemos de pecar que abunde a graça?" (Romanos 6:1) E: "Vamos fazer o mal que venha o bem?" (Romanos 3:8). Em ambos os casos a resposta é um sonoro NÃO. É presunção pôr-se no lugar de Deus e tentar fazer as atribuições para o Céu ou para o Inferno. Nosso dever é obedecer a Deus, não brincar de Deus.

7. A Bíblia nos ordena a resgatar nosso próximo que está sendo injustamente levado à morte.
“Se tu deixares de livrar os que estão sendo levados para a morte, e aos que estão sendo levados para a matança; Se disseres: Eis que não o sabemos; porventura não o considerará aquele que pondera os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma? Não dará ele ao homem conforme a sua obra?” [Provérbios 24:11-12].
Não há nenhuma razão científica, médica, social, moral ou religiosa significativa para colocar a criança em uma classe onde este texto não se aplica a ela. É desobediência a este texto abortar uma criança por nascer.

8. Abortar nascituros cai sob a repreensão daqueles que desprezam as crianças como sendo inconvenientes e indignas da atenção do Salvador Jesus.
“E traziam-lhe também meninos, para que ele lhes tocasse; e os discípulos, vendo isto, repreendiam-nos. Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus” (Lucas 18:15-16). 
A palavra para "meninos" em Lucas 18:15 é a mesma palavra que Lucas usa para a criança por nascer no ventre de Isabel em Lucas 1:41-44.
“E, lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles e, tomando-o nos seus braços, disse-lhes:
Qualquer que receber um destes meninos em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber, recebe, não a mim, mas ao que me enviou” (Marcos 9:36-37).
9. É o direito de Deus, o Criador, de dar e tirar a vida humana. Não é nosso direito pessoal fazer esta escolha.

Quando Jó ouviu que seus filhos tinham sido mortos em uma casa num desabamento, ele prostrou-se para adorar ao Senhor e disse: “E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1:21).

Quando Jó falou sobre vir do ventre de sua mãe, ele disse: "O Senhor o deu". E quando Jó falou em morrer, ele disse: "O Senhor o tomou". O nascimento e morte são as prerrogativas de Deus. Ele é o Doador e Cuidador neste caso impressionante da vida. Não temos o direito de fazer escolhas individuais sobre o assunto. Nosso dever é cuidar do que Ele nos dá e usá-lo para Sua glória.

10. Por último, a fé salvadora em Jesus Cristo traz o perdão dos pecados e a purificação da consciência e ajuda ao longo da vida e dá esperança para a eternidade. Rodeado por um amor tão onipotente, todo seguidor de Jesus está livre da ganância e do medo que podem seduzir uma pessoa a abandonar essas verdades, a fim de ganhar dinheiro ou evitar a censura.

Minha oração é que qualquer pessoa envolvida na prática do aborto considere essas coisas muito a sério e ore por fé e coragem para defender a vida e o amor em Jesus Cristo.  


http://oestandartedecristo.com/texto/450/dez-razoes-pelas-quais-e-errado-tirar-a-vida-de-criancas-por-nascer-por-john-piper


quinta-feira, 20 de abril de 2017

Traí minha esposa. Devo confessar o adultério a ela ou só para Deus?



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Caro leitor, essa é uma situação que tem ocorrido com muitos servos de Deus, infelizmente. O fato de sermos servos de Deus não nos isenta de pecarmos. Se não cuidarmos, a tentação vem sobre nós, e a nossa cobiça nos leva a pecarmos. Foi o que ocorreu com você. Você foi seduzido e caiu no laço do pecado. Baseado em seus questionamentos, gostaria de te orientar sobre o que acho que deve ser feito nessa situação: 

(1) Creio que o primeiro passo você já deu, que é o arrependimento de seu erro. O arrependimento é aquilo que nos faz compreender humildemente que pecamos, que transgredimos a vontade de Deus de alguma forma. Necessariamente o arrependimento nos leva até Deus, até a busca do perdão Dele e da restauração de vida. O adultério é um pecado gravíssimo, porém, pode sim ser perdoado por Deus como nos ensina 1 João 1:9.

(2) O segundo passo, tão importante quanto o primeiro, é a compensação de nossos erros perante pessoas que prejudicamos. Se você tivesse roubado, deveria ir até a vítima para compensar o seu erro de alguma forma. Se tivesse mentido, deveria pedir perdão a quem prejudicou. Se tivesse ofendido alguém, deveria também pedir perdão a essa pessoa. Com a sua esposa não é diferente, pois você, quando a traiu, a feriu mesmo que ela ainda não saiba. O verdadeiro arrependimento no caso de adultério passa pela confissão do seu erro a sua esposa, passa pelo caminho da verdade e da reparação do erro. Você deve mostrar seu verdadeiro arrependimento falando com ela. Isso pode ser feito diretamente, ou se você teme essa conversa, pode pedir ajuda a um pastor ou a alguém de confiança para mediar essa conversa entre vocês. 

(3) Mas muitos se perguntam: por que confessar? Não é melhor confessar somente a Deus e seguir a vida? Uma confissão não vai acabar com o relacionamento ao invés de mantê-lo de pé? Vou explicar por que creio ser importante confessar:

a) Quem foi traído merece saber disso. Aqui temos o princípio ensinado por Jesus em Mateus 7:12: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas”;

b) O fantasma desse adultério não confessado sempre vai ser uma pedra no sapato dentro da relação;

c) A pessoa com quem você traiu sua esposa pode, a qualquer momento, aparecer na vida do casal e causar um estrago ainda maior, revelando toda a verdade que não foi confessada;

d) A verdade é sempre o melhor caminho, e o verdadeiro amor não se alegra com a injustiça: “não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade” (1 Coríntios 13:6); 

e) O verdadeiro arrependimento nos leva a reparação dos erros cometidos. A falta de disposição para fazer reparação dos erros pode indicar apenas um remorso e não um arrependimento verdadeiro.
(4) Consequências. Uma das coisas que faz com que muitos fiquem em silêncio com o cônjuge sobre uma traição ocorrida são as consequências que o ato de confessar pode trazer. Quanto a isso é importante saber que o pecado sempre trará consequências, seja ele confessado ou não. Seja no momento ou mais tarde. Não há como fugir das consequências. Por isso, é sempre melhor escolher o caminho da verdade e buscar uma reconciliação e reparação o quanto antes. Mas é importante se preparar, pois o cônjuge se sentirá traído, machucado, sem confiança. Poderá, inclusive, querer o divórcio. Essas são consequências possíveis. Mas também poderá haver perdão e misericórdia. Não há como saber. A conversa precisará existir para que tudo fique esclarecido e o casal tome as decisões sobre como fica a vida deles dali para frente.

(5) Feche todas as portas para um possível novo adultério. É importante conversar também com a pessoa com que se adulterou, no caso a sua colega de trabalho, e também pedir perdão a ela por tê-la exposto a essa situação terrível, deixando claro que não mais ocorrerá o que ocorreu e que foi um grande erro. Feche totalmente essa porta aberta para futuras traições.

(6) Dessa forma, concluso que o remédio para determinadas doenças é amargoso, mas precisa ser tomado. O adultério é um desses pecados terríveis, que mexe com uma área muito importante na vida do ser humano. A reparação é dolorida, o remédio é amargo, mas apenas tomando-o poderá haver uma restauração mais plena do casal e de cada um dos envolvidos. Toda essa dificuldade causada pelo adultério deve servir para que cada cônjuge pense muito bem quando for tentado nessa área e possa perceber o quanto é amargo e terrível desobedecer a Deus. Dizer não ao pecado sempre será o melhor caminho.



https://www.esbocandoideias.com/2016/06/devo-confessar-meu-adulterio-a-minha-esposa.html#sthash.DuqzN9tt.dpuf



Devo confessar meu adultério a minha esposa?

(1) Creio que o primeiro passo você já deu, que é o arrependimento de seu erro. O arrependimento é aquilo que nos faz compreender humildemente que pecamos, que transgredimos a vontade de Deus de alguma forma. Necessariamente o arrependimento nos leva até Deus, até a busca do perdão Dele e da restauração de vida. O adultério é um pecado gravíssimo, porém, pode sim ser perdoado por Deus como nos ensina 1 João 1:9.
(2) O segundo passo, tão importante quanto o primeiro, é a compensação de nossos erros perante pessoas que prejudicamos. Se você tivesse roubado, deveria ir até a vítima para compensar o seu erro de alguma forma. Se tivesse mentido, deveria pedir perdão a quem prejudicou. Se tivesse ofendido alguém, deveria também pedir perdão a essa pessoa. Com a sua esposa não é diferente, pois você, quando a traiu, a feriu mesmo que ela ainda não saiba. O verdadeiro arrependimento no caso de adultério passa pela confissão do seu erro a sua esposa, passa pelo caminho da verdade e da reparação do erro. Você deve mostrar seu verdadeiro arrependimento falando com ela. Isso pode ser feito diretamente, ou se você teme essa conversa, pode pedir ajuda a um pastor ou a alguém de confiança para mediar essa conversa entre vocês.
(3) Mas muitos se perguntam: por que confessar? Não é melhor confessar somente a Deus e seguir a vida? Uma confissão não vai acabar com o relacionamento ao invés de mantê-lo de pé? Vou explicar por que creio ser importante confessar:
a) Quem foi traído merece saber disso. Aqui temos o princípio ensinado por Jesus em Mateus 7:12: Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas”;
b) O fantasma desse adultério não confessado sempre vai ser uma pedra no sapato dentro da relação;
c) A pessoa com quem você traiu sua esposa pode, a qualquer momento, aparecer na vida do casal e causar um estrago ainda maior, revelando toda a verdade que não foi confessada;
d) A verdade é sempre o melhor caminho, e o verdadeiro amor não se alegra com a injustiça: não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade” (1 Coríntios 13:6);
e) O verdadeiro arrependimento nos leva a reparação dos erros cometidos. A falta de disposição para fazer reparação dos erros pode indicar apenas um remorso e não um arrependimento verdadeiro.
Leia também: Qual a diferença entre arrependimento e remorso
(4) Consequências. Uma das coisas que faz com que muitos fiquem em silêncio com o cônjuge sobre uma traição ocorrida são as consequências que o ato de confessar pode trazer. Quanto a isso é importante saber que o pecado sempre trará consequências, seja ele confessado ou não. Seja no momento ou mais tarde. Não há como fugir das consequências. Por isso, é sempre melhor escolher o caminho da verdade e buscar uma reconciliação e reparação o quanto antes. Mas é importante se preparar, pois o cônjuge se sentirá traído, machucado, sem confiança. Poderá, inclusive, querer o divórcio. Essas são consequências possíveis. Mas também poderá haver perdão e misericórdia. Não há como saber. A conversa precisará existir para que tudo fique esclarecido e o casal tome as decisões sobre como fica a vida deles dali para frente.
(5) Feche todas as portas para um possível novo adultério. É importante conversar também com a pessoa com que se adulterou, no caso a sua colega de trabalho, e também pedir perdão a ela por tê-la exposto a essa situação terrível, deixando claro que não mais ocorrerá o que ocorreu e que foi um grande erro. Feche totalmente essa porta aberta para futuras traições.
(6) Dessa forma, concluso que o remédio para determinadas doenças é amargoso, mas precisa ser tomado. O adultério é um desses pecados terríveis, que mexe com uma área muito importante na vida do ser humano. A reparação é dolorida, o remédio é amargo, mas apenas tomando-o poderá haver uma restauração mais plena do casal e de cada um dos envolvidos. Toda essa dificuldade causada pelo adultério deve servir para que cada cônjuge pense muito bem quando for tentado nessa área e possa perceber o quanto é amargo e terrível desobedecer a Deus. Dizer não ao pecado sempre será o melhor caminho.
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