segunda-feira, 20 de março de 2017

‘Cama compartilhada tem forte representação para as crianças’


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Autor de literatura infantil acredita que ato de compartilhar cama pode ajudar criança a se sentir mais segura emocionalmente. 

Qual criança não gosta de dormir na cama dos pais? A maioria dos pequenos com certeza já escapou do seu quarto durante a noite e foi para o meio do aconchego do papai e da mamãe. 

Justamente por ser uma prática tão comum na infância, a cama compartilhada causa dúvidas em muitos pais em relação a seus possíveis benefícios ou problemas para a criança. Até que idade se deve deixar a criança dormir entre os pais? Compartilhar a cama com os filhos causa alguma dependência? Afinal, o que tem de tão especial na cama do papai e da mamãe? 

Em entrevista para a Rádio CBN, o autor de literatura infantil Ilan Brenman diz que a cama dos pais tem uma representação muito forte para as crianças por significar afeto, segurança e o “estar junto”. 

Ilan, que também é psicólogo e doutor em Educação, explica que, para as crianças, não é fácil ter que ficar em um quarto sozinha, pois isso pode representar para elas uma solidão. Neste caso, segundo ele, a cama dos pais é vista como a solução e proteção pelos pequenos. 

Cama compartilhada é tema de dúvidas em relação a possíveis benefícios ou problemas para a criança. 

O autor comenta que a separação de quartos é um costume da sociedade moderna, já que por milênios adultos e crianças compartilhavam o mesmo ambiente para dormir. A necessidade de separação, para ele, surgiu com a questão da privacidade e intimidade, com uma divisão entre o mundo infantil e adulto. 

Ilan relata que, apesar de muitos livros indicarem que não se deve compartilhar cama com filhos, ele acredita não haver problema e que os pais até podem sentir saudade desta fase. “Dividir a cama com os filhos gera boas lembranças. Sempre com bom senso, desde que não se torne algo viciante para a criança”, diz. 

Em relação a autonomia, o escritor acredita que o ato de compartilhar cama entre pais e filhos pode ajudar a criança a se sentir mais segura emocionalmente para lidar com o mundo. 

Ilan ainda dá dicas de como se criar um ambiente propício para ajudar a criança a gostar de dormir sozinha em seu quarto. Para o escritor, ler histórias para os filhos todas as noites ajuda na fase de transição e adaptação, pois é um momento que traz tranquilidade. “A criança fecha os olhos e continua no mundo do sonho, da imaginação”, conclui. 

Dividir a cama com os pais pode significar segurança para a criança.


FONTE:
https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/cuidar/indicacao/cama-compartilhada/


terça-feira, 14 de março de 2017

O QUE NÃO É A SUBMISSÃO?


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Por John Piper 
Tradução: Thiago Mancini


6 COISAS QUE NÃO SÃO SUBMISSÃO DA MULHER AO MARIDO (I PE 3.1–6)


Introdução:

O que não é a submissão da mulher ao marido de acordo com I Pedro 3.1–6?

Quando eu preguei nesta passagem há aproximadamente 20 anos atrás, as mulheres que congregam na minha igreja acharam que esta questão foi realmente útil para elas por que nós trouxemos do texto pressuposições da nossa experiência.

Você pode ouvir que a submissão significa seis ou sete coisas, e cinco destas coisas podem parecer horríveis para você, enquanto duas podem parecer boas.

     Se você trouxer as suas ideias pré-concebidas para a Bíblia, você pode jogar o bebê fora quando joga a água da banheira fora, e dizer: “Se é isto que submissão significa, então eu estou fora daqui”. E isto seria muito triste. Você pode estar certo, você pode estar errado; mas isto seria triste.

Eu escrevi abaixo seis coisas que não são a submissão da mulher ao marido no casamento. E eu realmente quero que vocês leiam este texto.

     “Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor.
     Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus.
     Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas a seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma. ”
(I Pe 3.1–6 ).

1] Submissão Não É Concordar Com Tudo

     Submissão não é concordar com tudo, como por exemplo, a fé cristã, porque o marido em I Pe 3.1–6 é um incrédulo.

     Se nesta situação o marido disser: “Você não pode ter esta religião. Nesta família nós adoramos ISIS (ou qualquer outra divindade )!

Se esta esposa disser: “ Sinto muito! ”

É possível ser submissa e se recusar a pensar o que o seu marido diz que você deveria pensar.
Este texto não faz sentido sem isto. Ela jurou fidelidade a Jesus.
Jesus é agora o Senhor dela e o Rei dela.
Ela é como uma estrangeira e uma exilada neste casamento.
Este marido pertence a outro deus, e ela é chamada a viver a viver com ele.
Não se divorcie por problemas de religião.
    
Se ele disser: “Eu não quero que você seja cristã!”, o quê ela diz?

Ela diz: “Eu te amo. Eu quero ser submissa a você. Eu pretendo ser submissa a você. Mas nesta questão eu realmente não tenho escolha. Eu pertenço a Jesus.

Ele pode mandá-la embora. Isto aconteceu em I Coríntios 7.
O descrente se separará, o que seria uma grande tragédia.

     Submissão não significa que você deve concordar com as opiniões do seu marido, mesmo em assuntos tão sérios e fundamentais como a fé cristã.
Deus fez você com uma mente.
Você tem que pensar.
Você é uma pessoa, você não é apenas um corpo e também não é uma máquina.
Você é um ser pensante que é capaz de processar se o Evangelho é verdadeiro.
E se o Evangelho é verdadeiro, você acredita no Evangelho, 
  
Você não pode acreditar no Evangelho! ”,

você humildemente e submissivamente não se submete a isto.


2] Submissão Não Significa Deixar O Seu Cérebro No Altar

     Agora, talvez este é o mesmo ponto, mas é necessário dizer isto desta maneira também.
Qualquer homem que diz: “Eu sou a cabeça pensante desta família”, está doente e tem um ponto de vista enfermo de sua autoridade.

     Eu lidei com um casal certa vez. A esposa disse que ela precisava pedir permissão ao marido para ir ao banheiro. E isto realmente acontecia.
Eu apenas olhei para ele e disse:

Você não está bem. Você possui uma visão incrivelmente distorcida da autoridade masculina no lar.  Você não compreende a Bíblia Sagrada. Você está tomando palavras como ‘autoridade’, ‘liderança’ ou ‘subimissão’; e então você está se afastando da Bíblia e preenchendo estas palavras com o significado que você quer que elas tenham. Você não está tirando o seu entendimento destas palavras da Bíblia.”

     Subimissão nunca significa deixar o cérebro no altar.
Durante todo o casamento, o marido está pensando com um centro mental independente que tem pensamentos dignos de serem escutados. É o trabalho da união de uma só carne.

Liderança não significa que você não escuta.
Liderança nem ao menos significa ter sempre a última palavra.
A boa liderança sempre diz: “Você estava certa; eu estava errado.”
Liderança é tomar a iniciativa. Às vezes eu digo: “Quem diz, ‘Vamos...’”, mais frequentemente na sua relação?
     “Vamos sair para comer.”
     “Vamos tentar colocar as nossas finanças em ordem.”
     “Vamos para a Igreja na hora certa no próximo domingo.”

Quem diz isto mais frequentemente?
Se é a esposa você tem um problema, e o problema é com o cara.
Se é o cara, ela provavelmente está feliz porque ela não quer ser aquela que diz “vamos” uma e outra vez.

Esposas não querem dizer “vamos” na maioria das vezes.
Em geral – eu sei que eu estou generalizando – liderança significa uma tendência em direção à iniciativa à qual a mulher prospera.
Não é ditadura, e nunca escutar.
Não é nem mesmo ter a última palavra.
     Se você perguntar à minha esposa: “o que é que submissão significa para os Pipers?”, uma coisa que ela diria é: “Nós estabelecemos o princípio desde cedo que se nós não podemos concordar, Johnny vai tomar a decisão.

Isto é muito básico. E isto quase nunca acontece. E uma das razões pela qual quase nunca acontece é que nós estamos juntos a muito tempo, e nós sabemos o que o outro pensa. Outra razão importante é que eu sempre me rendo à minha esposa Noël. Eu não preciso estar certo, ou ter o meu direito, ou ter a última palavra.

3] Submissão Não Significa Que Você Não Pode Tentar Influenciar O Seu Marido.

     Submissão não significa evitar o esforço para influenciar ou para mudar o marido.
O grande ponto do texto é, “Conquistá-lo”.
Sua vida é dedicada a mudar este marido de um incrédulo em um crente.

     Você pode imaginar se alguém dissesse que submissão significa “parar de tentar mudar o marido”?

Bem, eu entendo que eles possam estar querendo dizer.

     Mas se o seu marido está vivendo em pecado ou sua esposa está vivendo em pecado ou na incredulidade, você quer que eles mudem, e você não seria uma pessoa amorosa se não quisesse a melhora delas – se você parasse de querer a melhora delas.

     Isto pode parecer insubordinação para alguns. Mas biblicamente, não é.

4] Subimissão Não É Colocar A Vontade Do Marido Acima Da Vontade De Cristo.

     Subimissão não é colocar a vontade do marido acima da vontade de Cristo.
Cristo (e não o marido) é o Senhor dela agora, por amor ao Senhor, ela vai se submeter ao marido, mas o marido não é o Senhor da esposa.
Portanto, aonde quer que ela tenha que escolher entre os dois, ela escolhe Jesus.

     Se o seu marido disser: “Vamos nos envolver em uma falcatrua!”, ou “Vamos fazer sexo grupal!”, a escolha dela deve ser clara. Eu vou com Jesus nesta situação. Ela deveria dizer isto não com uma atitude arrogante, mas sim de modo submisso e cativante.

     Ele será capaz de discernir nela um desejo de que ele não faça isto para que ela pudesse se alegrar nele como o seu líder. Você sente isto?
Eu não vou seguir a sua liderança nisto, e eu não estou seguindo você com um comportamento que diz à você que eu quero seguir a sua liderança, mas neste momento eu não posso, ao menos não desta maneira.

5] Subimissão Não Significa Receber Toda A Força Espiritual Através Do Marido

     Submissão não significa receber toda a força espiritual através do marido.
Ele não está lhe dando nenhuma força espiritual neste texto e ela tem muita.
A esperança dela está em Deus.
Provavelmente ela está indo à igreja no Domingo de manhã antes que ele acorde, recebendo sua força em algum outro lugar, recebendo cosmovisão em algum outro lugar.

6] Submissão Não Significa Viver Ou Agir Sob Medo

     O temor a Deus desta esposa é intrépido.
     Eu amo as Escrituras. Eu sou um complementarista.
Eu acredito que o homem é chamado para um tipo único de liderança no casamento.
Eu acredito que as mulheres são chamadas para um tipo único de submissão no casamento.
E eu acredito que isto é uma coisa bonita – a maneira com a qual estes dois papéis se complementam e servem um ao outro.

     Se nós sondarmos a profundidade e continuarmos cavando as Escrituras, mesmo que elas tenham sido escritas em outro tempo, elas vão dar uma forma muito bonita ao casamento no dia de hoje.
    
     Portanto, à luz de tudo o que eu disse sobre o que não é a submissão, eu definiria a submissão da seguinte maneira:

Submissão é o chamado definido para a esposa honrar e sustentar a liderança do marido, e então ajudar a sustentar a liderança do marido de acordo com os seus dons.


Extraído de: http://www.materiasdeteologia.com/2016/07/6-coisas-que-nao-sao-submissao-ao-marido.html#ixzz4XfWCe0r9
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

quinta-feira, 9 de março de 2017

A esposa deve mesmo submeter-se ao marido?

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Samuel Rindlisbacher

Pergunta: “A ordem bíblica de que a esposa deve submeter-se ao marido ainda é válida hoje em dia? E quando ele nem é crente?”.

Resposta: Todo o Universo é mantido coeso pelas leis naturais. Sem elas, tudo sucumbiria no caos e a vida seria impossível no planeta Terra. A Bíblia nos diz que Deus é o Criador deste Universo e estabeleceu as leis que o regem e garantem seu funcionamento: “Quando ele preparava os céus, aí estava eu; quando traçava o horizonte sobre a face do abismo; quando firmava as nuvens de cima; quando estabelecia as fontes do abismo; quando fixava ao mar o seu limite, para que as águas não traspassassem seus limites; quando compunha os fundamentos da terra; então, eu estava com ele e era seu arquiteto...” (Pv 8.27-30). “Ou podes tu atar as cadeias do Sete-estrelo ou soltar os laços do Órion? Ou fazer aparecer os signos do Zodíaco ou guiar a Ursa com seus filhos? Sabes tu as ordenanças dos céus, podes estabelecer sua influência sobre a terra?” (Jó 38.31-33). Essas ordens firmadas e estabelecidas por Deus asseguram que o Universo siga seu curso harmoniosamente.

Com o mesmo propósito, porém em um âmbito mais restrito, Deus deu à humanidade os Seus mandamentos e as Suas ordens. Quando nos norteamos por elas, torna-se possível uma coexistência harmoniosa. Quer seja o relacionamento entre marido e mulher, entre pais e filhos ou entre governos e cidadãos, a aplicação das leis e regras divinas ajudará a proteger e manter a ordem e contribuirá para o bem de todos. E todas essas ordens são uma glorificação dAquele que as criou.

Submissão é sujeitar-se a uma instância superior. Isso nada tem a ver com discriminação. Pelo contrário, representa o mecanismo na dinâmica do relacionamento. É como uma engrenagem que se encaixa perfeitamente na outra, fazendo o todo funcionar. Quando a ordem divina é obedecida, instala-se a harmonia, semelhante ao funcionamento de um relógio de precisão.

Deus espera que obedeçamos aos Seus preceitos. Se o fizermos, seremos abençoados pessoalmente e, juntamente conosco, todos aqueles com quem convivemos. O resultado de ater-se às regras bíblicas é a bênção de Deus e a paz no coração.

Das ordens de Deus também faz parte o princípio da submissão. Vemos, por exemplo, que Jesus se submetia a Seu Pai, pois Ele mesmo disse: “Em verdade, em verdade vos digo que o Filho nada pode fazer de si mesmo, senão somente aquilo que vir fazer o Pai; porque tudo o que este fizer, o Filho também semelhantemente o faz” (Jo 5.19). Assim como o Filho se submetia ao Pai, na igreja local os membros devem submeter-se aos anciãos (segundo a Bíblia, sempre homens). Na família, as mulheres devem submeter-se a seus maridos e os filhos aos pais.

Esses princípios bíblicos foram dados por Deus para nosso próprio bem. Quando os seguimos, o casamento funciona, a família é funcional e a igreja também convive em harmonia. Isso acontece porque os princípios e mandamentos correspondem Àquele que os inventou. É como um computador, que só funciona a contento quando recebe os programas compatíveis. Somente assim ele desempenhará ao máximo todas as funções para as quais foi concebido.

As diretrizes divinas e os Seus mandamentos não têm o alvo de tolher nossa liberdade, mas servem de orientação para nossa vida e propiciam a melhor convivência entre os seres humanos.

A Bíblia diz a respeito: “Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura. Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados. Servos, obedecei em tudo ao vosso senhor segundo a carne, não servindo apenas sob vigilância, visando tão-somente agradar homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor. Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Cl 3.18-23). Na carta aos Efésios, Paulo escreve: “sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo. As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor, porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido. Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja” (Ef 5.21-25,28-29).

O apóstolo Pedro complementa: “Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas a seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma” (1 Pe 3.5-7).

Em todo esse contexto a regra áurea deve ser aplicada sempre: “sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo” (Ef 5.21). Ou, como disse o Senhor Jesus: “Se alguém quer ser o primeiro, será o último e servo de todos” (Mc 9.35). Depois de conhecer, é hora de colocar em prática na nossa vida diária todos esses princípios preciosos. Mais uma vez: os membros da igreja se submetem aos seus anciãos, que por sua vez têm grande responsabilidade diante de Deus. Na família, primeiramente o marido sujeita-se a Cristo. A mulher é instada a sujeitar-se ao marido, e os filhos, por sua vez, obedecem aos pais. Na sociedade, as autoridades são instituídas por Deus (Rm 13) e deveriam governar de forma responsável diante de Deus; o povo deve submeter-se aos líderes e orar por eles.

Quando lemos atentamente as passagens bíblicas citadas percebemos que existem mais exigências voltadas ao comportamento do marido do que ao da mulher! O esposo é instado a amar sua esposa, a sacrificar-se por ela, a respeitá-la e a valorizá-la, não criticando-a nem tratando-a rudemente. O marido deve amar sua esposa da forma que Cristo ama Sua Igreja.

Submissão não significa rebaixamento ou obediência a qualquer custo. Deus não manda que a esposa seja capacho do marido. Submissão bíblica é sujeição voluntária ao parceiro. Mas isso apenas funcionará quando nem um nem outro usar o cônjuge como um meio para alcançar algum fim, ou o relacionamento matrimonial para realizar seus próprios interesses egoístas. No relacionamento entre marido e mulher segundo a Bíblia, nenhum dos dois deve buscar seus próprios alvos egocêntricos ou suas preferências pessoais, antes, cada um deve servir e amar ao outro.
Quando uma esposa experimenta esse amor despreendido de seu marido, procurará fazer-lhe o bem e não terá dificuldades em submeter-se e em deixá-lo assumir a responsabilidade final. Quando a esposa tratá-lo assim, ele terá alegria em desempenhar seu papel, conduzindo sua família e seu casamento da maneira que Deus quer.

E quando um dos cônjuges não é crente? Também nesse caso nós cristãos somos exortados a nos portar segundo os padrões bíblicos. Os maridos crentes devem amar suas esposas não-crentes da forma já descrita: sacrificialmente, com respeito, valorizando-a, não sendo rude, nem magoando-a. As mulheres cristãs também devem comportar-se para com seus maridos não-cristãos como lemos no Novo Testamento: “Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido”. “Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor. Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus (Ef 5.24; 1 Pe 3.1-4).

A palavra-chave em todo esse assunto é sempre o amor. Amor que valoriza o próximo, que o honra e demonstra boa vontade, colocando o outro acima de si mesmo. 

(Samuel Rindlisbacher)
Extraído de Revista Chamada da Meia-Noite Fevereiro de 2013

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

3 maneiras pelas quais o evangelho muda o casamento


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Quando um novo líder é nomeado em uma organização, a mudança é inevitável. O novo chefe definirá a política, estabelecerá o tom e refletirá uma atitude em sua organização. O mesmo é verdade quanto aos nossos casamentos. O novo líder a quem me refiro aqui não é um novo marido, mas sim o verdadeiro marido, o Senhor Jesus Cristo.

Pelas Escrituras, nós sabemos que um casamento cristão nunca é simplesmente uma união de duas pessoas, mas duas pessoas unidas em Jesus Cristo. Esta é outra maneira de dizer que Jesus é a nossa cabeça, o Senhor e o que concede vida ao nosso casamento. Quando um homem e uma mulher abraçam a verdade do evangelho, seja na conversão ou na santificação, sempre há mudanças correspondentes relacionadas a Jesus ser o cabeça do casamento. Abaixo estão três das mudanças mais comuns que Cristo opera em um casamento enquanto o governa por meio do evangelho.

1. Do egoísmo ao serviço

Cada pecado flui do reservatório do eu. Nós abandonamos Deus e os outros em favor de nós mesmos. Isso é desastroso e doloroso. Em nenhum lugar essa inversão é mais evidente e prejudicial do que no casamento. Porém, quando o evangelho alcança o lar, há nítidas mudanças nesse contexto. A esposa irritável se torna paciente e bondosa com seu marido porque Jesus foi paciente e bondoso com ela. O marido autocentrado encontra mais alegria em aprender sobre os interesses da sua esposa do que sobre a história dos seus atletas favoritos. Isso é porque ele percebe que ela foi feita por Deus e para Deus, bem como a verdade que o Espírito continua a operar poderosamente mais de Cristo na vida da sua esposa. Isso é atraente e animador de uma forma que dribles e gols nunca podem ser. O evangelho alcança o lar e afasta os nossos corações de nós mesmos (egoísmo) em direção ao nosso cônjuge (serviço).

2. Da preguiça ao comprometimento

Se você não acha que a preguiça é um problema na América, considere o fato de que temos uma cadeira chamada “Rapaz preguiçoso”,#1 que é adaptada e comercializada para o homem americano. E ela vende! A preguiça, assim como o egoísmo, é inclinada para o eu, mas recebe as suas instruções de ação a partir do comando do conforto. Nós desejamos a comodidade e nos recusamos a fazer qualquer coisa difícil porque poderia ser desconfortável. A preguiça se relaciona principalmente sobre a preservação e promoção da percepção de conforto pessoal. E a preguiça mente muito. Sabemos que há um problema em nosso casamento, mas também sabemos que isso exige uma mudança, talvez até mesmo uma mudança dolorosa. Então, o que acontece? A preguiça diz: “Oh, eu farei isso em outro momento”. Ou a preguiça diz convincentemente: “Isso não é tão ruim. Eu ficarei bem”. Mas isso é a preguiça falando e não Jesus, o governador das nossas vidas. Sem dúvida, você pode imaginar como isso poderia minar o plano de Jesus para o crescimento e mudança em você e seu casamento. Mas quando o evangelho da graça alcança o lar, nos tornamos comprometidos em nosso casamento. Não somos mais espectadores passivos esperando manter uma cultura de conforto e segurança através da mediocridade disfarçada. Em vez disso, nos aproximamos do que Jesus é: buscamos a semelhança com Cristo por meio de, dolorosamente, mortificar o pecado.

3. Da justiça própria à humildade

A justiça própria é aquela mentalidade diabólica de que possuímos mérito em nós mesmos que nos recomenda diante de Deus e dos homens. Enquanto o egoísmo ama se retrair para o eu, a justiça própria ama se gloriar do eu. Em sua essência, isso se opõe ao evangelho que gira em torno da nossa necessidade e recebimento da justiça imputada de Cristo. A justiça própria em um casamento é tão sutil quanto uma sobrancelha erguida, enquanto a humildade é tão perceptível quanto a feição alegre. Durante uma discussão, uma esposa pode comunicar algumas preocupações ao seu marido. Se ele é justo em si mesmo, pode começar a contradizê-la com “dura” evidência. Se as coisas ficarem difíceis, seu ousado advogado interior articulará poderosamente a sua inocência enquanto também apresenta acusações contra sua esposa. A justiça própria no casamento está sempre na defensiva porque percebemos que sempre estamos sob ataque. Isso deve ser contrastado com o evangelho que nos ensina que já fomos suficientemente atacados, criticados e julgados. A cruz é o veredito. Nós somos culpados. Mas a beleza do evangelho é que, enquanto éramos infinitamente pecaminosos, também fomos profundamente amados. Isso produz humildade e segurança. Quando o evangelho alcança o lar em um casamento, nós silenciaremos mais rapidamente nossos advogados internos, enquanto desfrutamos a verdade do evangelho. É somente aqui que nós podemos, humildemente, crescer juntos na semelhança de Cristo.

Quando o evangelho vem ao lar e ao casamento há uma mudança definitiva no modo de funcionamento, tom e atitude. O casamento começa a ter as características do seu líder. No caso do evangelho, não pode haver melhor líder e nenhuma mudança mais importante para nós e nosso casamento.

Por: Erik Raymond. © Ligonier Ministries.Website: ligonier.org. Traduzido com permissão. Fonte: 3 Ways the Gospel Changes Marriage

Original: 3 maneiras pelas quais o evangelho muda o casamento. © Ministério Fiel. Website: MinisterioFiel.com.br. Todos os direitos reservados. Tradução: Camila Rebeca Teixeira. Revisão: William Teixeira.

O rev. Erik Raymond é o pastor titular da Emmaus Bible Church em Omaha, Nebraska. Ele escreve no site The Gospel Coalition e em ordinarypastor.com.

http://voltemosaoevangelho.com/blog/2017/01/3-maneiras-pelas-quais-o-evangelho-muda-o-casamento/

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Quer que o marido volte correndo para casa? Envie uma destas 52 mensagens de amor sensacionais para ele


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Dá para usar essas mensagens tanto por SMS, e também Whatsapp, Face, e até mesmo falar no ouvido do seu lindão!! Ele vai ficar doido para voltar para casa correndo. 

Não só isso, eles precisam ser lembrados desse amor. 
O casamento é como uma caixa onde você deposita pequenas "bombas" de amor. Quando você está continuamente fazendo isso, sempre depositando, o seu marido vai sentir. Ele precisa também fazer sua parte adicionando suas próprias bombinhas de amor nesta caixa. 

Tempos virão com momentos difíceis, discussões e você vai querer olhar para aquela caixa e tirar algumas como lembretes de como você e seu marido se sentiram em momentos difíceis. 

Quando Jason e eu estávamos tendo problemas de comunicação, decidimos ter uma "sessão de aconselhamento" na igreja com um amigo. Nosso conselheiro está casado há mais de 40 anos e nós confiamos que ele iria nos ajudar um pouco. 

Uma de suas dicas foi enviar mensagens de texto de amor (torpedos, sms) um para o outro durante o dia. 

Aqui estão as mensagens. Aproveite a lista! 
  1. Você está muito sexy hoje, querido! 
  2. Eu sou tão sortuda de ter você como meu melhor amigo. 
  3. Você é a minha rocha, eu te amo tanto. 
  4. Você é o meu protetor... Sinto-me abençoada. 
  5. Ei gato, tem planos para esta noite? 
  6. Você é incrível. Achei que você deveria saber isso. 
  7. Eu amo estarmos juntos. Sinto sua falta! 
  8. Tenha um ótimo dia de trabalho - estou em contagem regressiva até você chegar em casa. 
  9. Eu gosto de você. Eu gosto demais de você. 
  10. Eu estou aqui para você querido. 
  11. Você é o cara mais atencioso que eu conheço. 
  12. Ainda rindo sobre o seu comentário na noite passada. 
  13. Obrigado por você ser quem é. 
  14. Você me faz querer ser uma pessoa melhor. Te amo muito. 
  15. Sentindo-me superabençoada hoje por ter você em minha vida. 
  16. Você é o homem mais engraçado que eu conheço. 
  17. Vamos jantar? 
  18. Você é um gato - vamos sair? 
  19. Você. Eu. Piquenique às 5 da tarde. 
  20. Obrigada por pendurar o espelho, você é tão útil! 
  21. Eu amo meu homem. Para sua informação. 
  22. Você é o meu favorito. 
  23. Você é tão amável! 
  24. Você me inspira, baby. 
  25. Eu confio em você, com toda a minha alma. 
  26. O que Deus uniu, nunca separaremos... 
  27. Ainda bem que eu tenho você na minha vida. 
  28. Hoje, amanhã, para sempre... Seja meu! 
  29. Sou casada com um homem tão sexy! 
  30. Eu sempre vou te amar. 
  31. Você é divertido, ainda estou rindo sobre... 
  32. Você é o meu único. Sentindo-me tão abençoada! 
  33. Preciso do seu amor. 
  34. Preciso de seus afagos. 
  35. Eu quero estar em seus braços. 
  36. Saudades, saudades. Quero te beijar! 
  37. Eu sinto falta de você, vem para casa. 
  38. Doentinha - Vamos passar o dia juntos? 
  39. Você sabe que eu te amo? Muito! 
  40. Você é tão forte. 
  41. Fica comigo? Para sempre? 
  42. Você é o meu sol. 
  43. Noite perfeita para aconchegar. Encontre-me às 7h. 
  44. Eu quero estar em seus braços. 
  45. Você é a minha alma gêmea. 
  46. Oi. Eu te amo. Você deve saber disso. 
  47. Mal posso esperar para a nossa noite de namoro. 
  48. Estou contando as horas até te ver. 
  49. Você é o melhor pai, sempre. 
  50. Como eu tive tanta sorte de encontrar você? 
  51. Estar com você... É o melhor! 
  52. Eu preciso de um beijo. 
Um homem que ama, ao receber essas mensagens, voltará correndo pra casa, cheio de amor! 

Este artigo foi originalmente publicado no blog "Stay at home Susie" e republicado aqui com permissão da autora Susie Romans, traduzido e adaptado por Stael Pedrosa Metzger

Susie Romans