quarta-feira, 14 de junho de 2017

A identidade da criança: se você não marcar seus filhos, a sociedade o fará



A formação da identidade da criança é um processo permeado por perguntas e indagações como: “Quem sou eu?”; “Como eu sou?”.

O ser humano deste o seu nascimento está em constante transformação e aprendizado, a criança é um ser em total construção. Logo cedo, o bebê começa a se perceber como sujeito e obter consciência corporal para se desenvolver e se organizar no espaço, já que ao nascer, a criança está totalmente ligado à mãe e não compreende os limites que os separam.

Primeiro ano de vida

Durante o primeiro ano de vida, aproximadamente por volta dos seis aos oito meses mais ou menos , a criança percebe que é um ser separado da mãe, iniciando o processo de construção da própria identidade. Desde o ventre da mãe, este ser único é formado e já começa ter suas primeiras impressões do mundo, começa ser marcado pelo outro. O desejo do pai e da mãe, da família tem influencia psicológica e emocional nessa criança.

Todas essas vivências, experiências dão início à auto descoberta, uma exploração que permite à criança descobrir como seu comportamento repercute no ambiente, fator essencial para que ela se perceba como alguém diferente do outro. Estimule seu filho(a) a descobrir essas diferença do sexo oposto.

Símbolos

Dizem hoje na contemporaneidade que não devemos simbolizar as crianças, devemos deixá-la fluir, que suas pulsões encontre o caminho, ou seja “gire a roleta e tire a sorte” Porém em minha experiência sugiro o oposto, devemos já antes do nascimento, assim que os pais, a mãe, a família, sabem da gravidez fortalecer a identidade do futuro bebe. A identidade está sendo formada com ajuda de estímulos externos e internos, com frequência essa futura criança deve ser simbolizada, com amor e carinho.

Biologia

A criança aprende com o meio que pode ligar ou desligar o que seu nascimento, sua biologia determinou. Os signos e símbolos são extremamente importantes na construção da sua identidade social e sexual. Devemos lembrar que por de trás dessa insistência em ignorar as simbologias , os papéis de cada sexo , há uma ideologia política da multiplicidade de gêneros que tende a conflitar e perturbar o entendimento e a construção positiva de sua identidade, a ideologia de gênero é um gerador de conflitos de identidade.

Crianças de 5 anos

A educação de crianças de 5 anos é permeada por muitas questões que fazem parte do processo de constituição dos sujeitos. Nesta etapa da vida, os pequenos descobrem o mundo e fazem algumas escolhas no que se refere ao jeito de ser e estar com sigo e com o outro. Tais escolhas referem-se à construção da personalidade da criança ou personalismo na perspectiva walloniana:
A perspectiva de desenvolvimento de Henri Wallon objetiva-se relacionar a concepção de imitação colocada em sua Teoria de Desenvolvimento com avanços da neurociência, visando discutir a constituição da linguagem na espécie humana. Os processos imitativos para o Autor dependem do outro e começam como automatismos da espécie e se especializam passando do movimento (ato motor) à representação (o pensamento). A neurociência traz, entre outras descobertas, os neurônios-espelho, que podem ser a base para a comunicação gestual e verbal, intuição de intenções alheias e empatia, pois permitem que o observador experimente em si, nas suas conexões neuronais, o que o outro está fazendo. As concepções de Wallon, apoiadas por estas descobertas, sugestionam ao educador, interferir o processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem em crianças. Ou seja, os neurônios das criança aprendem pelo modelo, o modelo de linguagem, que oferecemos a criança pode interferir drasticamente , no processo de aprendizagem e em sua identidade.
“A teoria de desenvolvimento de Henri Wallon é um instrumento que visa criar intencionalmente condições para favorecer esse processo, proporcionando a aprendizagem de novos comportamentos, novas ideias, novos valores”.

Segundo essa teoria que é usada com instrumento de transformação de valores nas escolas o processo ocorre quando a criança, ao experimentar diferentes papéis, vai permanece com algumas características desses papéis. Ou seja, em sala de aula, o professor tem o poder intencional de marcar esse aluno conforme seus desejos.

Por isso alerto: devemos ter preocupação com o que e como professores têm ensinado para nossas crianças e a quais estímulos estão sendo expostas, pois elas vão assimilar e modelar alguns desses afetos e comportamentos.

Jean Piaget

A criança dos 2 aos 12 anos sofre várias modificações no que diz respeito aos seus domínios de afetividade, identidade ou seja, os valores os sentimento pessoais e inter-pessoais mudam conforme tempo, estímulos e interações.

Por sua vez, até os 2 anos aproximadamente, todas as emoções e sentimentos do bebê são gerados em seu contato com a mãe e centrados no corpo da criança, e assim a medida que o corpo infantil se separa do corpo das outras pessoas a vida afetiva do bebê vai se descentralizando e se transferindo para os outros.

Portanto, o sentimento amor-afetividade construído primeiramente entre mãe e filho vai se generalizando aos outros, como ao pai, ao irmão e aos companheiros, havendo assim uma modificação ou acomodação aos fatos e situações passadas carregadas de emoções.
Esse processo afetivo é continuo e inovador, onde a formação de sentimentos está diretamente ligada aos valores e evolução da sociedade, ou seja, os sentimentos interindividuais são construídos com a cooperação do outro e os intra-individuais são elaborados coma a ajuda do outro, sendo a troca intrapessoal.

O que você está marcando na identidade de seu filho(a), seus netos, seus alunos?

Baseado nestes ensinamentos, temos o conhecimento de que a criança aprende e desenvolve seus , valores ,afetos e identidade com interação com outros sujeitos, logo temos que nos preocuparmos mais, e monitorarmos todos os passos de nossas crianças, , estimulando a formação saudável de sua personalidade e identidade.

Se você não marcar seu filho, a sociedade e a escola o fará. Desde do nascimento, devemos marcar o outro com símbolos e papeis em consonância com cada sexo. Nesta idade devemos simbolizar os papéis masculinos (meninos) e femininos (meninas), propondo situações para que experimentem essa troca de experiências constante nas brincadeiras, por exemplo, “de casinha”, “de mamãe/papai e filhinha (o)” simbolizando uma família.

Você pode sim, professor, pais, avós, tio, tias, pessoas que cuidam de crianças, promover essa brincadeira com a definição de casa papel masculino para meninos e feminino para meninas de acordo com o senso comum.

Os papeis, exercitados em casa, são em partes, culturais, e fazem parte do senso comum, estão no arquétipo do inconsciente de cada sujeito, é coletivo, e em parte é uma inscrição da natureza humana, e não pode ser ignorado. Quando confundimos esses papeis que são carregados de simbolismo necessários para o desenvolvimento saudável infantil – a criança pode psicotizar.

O lúdico pode fortalecer a identidade sexual de seus filhos

Professores e pais, podem associar os complexos temáticos às situações concretas vividas em casa e na escola, podendo aproveitar brinquedos para trabalhar a identidade de cada criança, um trabalho que envolva os papeis trazidos de casa , se simbolizado conforme trazido pela criança, respeitando suas tradições familiares, suas tradições religiosas.

Familiares são fundamentais e podem fortalecer a identidade de nossas crianças em consonância, em concordância com o sexo de nascimento, com o objetivo de minimizar risco e conflitos. O trabalho com a ocupação de papéis terá como desdobramentos a convivência mais direta das crianças com a com sua verdadeira essência, com a sua verdade biológica confirmada pelo meio em que vive.

Há papeis inscritos na natureza humana, e não apenas forma de desempenha uma ou mais funções. 

O fascinante é perceber que a maioria das meninas escolherá ser mãe e a maioria dos meninos escolheu ser pai, pois se o adulto respeitar a referência trazida pela criança espontaneamente, verá que essa é a referência mais próxima que as crianças possuem, que são seus pais, os quais são modelos construídos historicamente e que as crianças que são sujeitos, se apropriam durante o processo de humanização de civilização.

Esses papeis estão no inconsciente coletivo. As crianças se apropriam de questões em relação a sua identidade sexual e quais condutas poderão experimentar, nos diferentes papéis que ocuparem. Nesta brincadeiras, é possível observar, como as crianças se relacionam com os dois sexos, podemos entender o quanto a brincadeira do faz-de-conta auxilia na construção da identidade da criança bem como na promoção do desenvolvimento cognitivo e afetivo-social da mesma.

Podemos aproveitar durante este faz-de-conta refletir e discutir as atividades desenvolvidas com elas, pois através desse exercício é possível promover intervenções valiosas no dia a dia contribuindo assim para o desenvolvimento integral da personalidade e identidade da criança, bem como desenvolver afetos, saudáveis e sentimentos positivos.

Importante saber

O conceito de identidade pode ser definido como um conjunto de aspectos individuais que caracteriza uma pessoa. No entanto, ela se estrutura ou se desestrutura a partir das relações sociais, que pode se compreender o processo de permanente mudança que os encontros nos possibilitam. ​

A formação de identidade está associada com o pensar no coletivo que habita cada pessoa (identidade social). Somos aquilo que se define no agora, o que trazemos da biologia, da genética, o que trazemos de nossas experiências anteriores de infância e o que está por vir, ou seja, o que também projetamos. A cada encontro, o que perpassa pela transformação pessoal do humano. A questão é , como e o que esse outro, tem marcado na identidade de seu filho.


Referências
Nadel-Brulfert, J. (1986). “Proposições para uma leitura de Wallon: em que aspectos sua obra permanece atual e original?” In: Werebe, M. J. G. e Nadel-Brulfert, J. (org.). Henri Wallon. São Paulo, Ática.
Wallon, H. (1941-1995). A evolução psicológica da criança. Lisboa, Edições 70.
______ (1959-1975). Psicologia e educação da infância. Lisboa, Estampa.
http://siaiap32.univali.br/seer/index.php/rc/article/view/860

Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.
 
https://colunas.gospelmais.com.br/identidade-crianca-marcar-filhos-sociedade-fara-32302_32302.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+PapoDeTeologo+%28Gblogs+%7C+Papo+de+Te%C3%B3logo%29
 
 

terça-feira, 9 de maio de 2017

O primeiro casal, a primeira briga


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Quando uma decisão é tomada unilateralmente, frequentemente resulta em crise. O difícil caminho do diálogo. 

A vida do primeiro casal não estava isenta de crises. A primeira e mais profunda delas acontece exatamente quando eles, em sua rotina, deixam de buscar a Deus como casal e passam a ouvir outras vozes que pretensamente têm instruções a lhes dar para a vida. 

A crise nesta vida paradisíaca se inicia quando a serpente se encontra com a mulher, que está sozinha, sem a companhia do esposo. É interessante observar que a serpente escolhe exatamente esse momento, pois quando estamos sozinhos ficamos mais vulneráveis. Por isso o sábio afirma em Eclesiastes 4.9-10 que é sempre melhor serem dois. O fato de estar sozinha faz com que a mulher tome uma decisão sem consultar seu cônjuge – e essa decisão se mostra equivocada. 

O processo de tomada de decisões entre casais é sempre um processo difícil quando não há um diálogo harmônico entre marido e mulher. Nosso machismo cultural afirma que a última palavra deve ser sempre do esposo, e, infelizmente essa modelação cultural entra pelos “poros” e acaba ganhando matizes de pseudo-espiritualidade em intepretações da Bíblia dentro de nossas igrejas. Lemos Efésios 5.22 (“mulheres, sujeitai-vos”) e fechamos os olhos para o verso imediatamente anterior que propõe a sujeição mútua (esposas aos maridos e maridos às esposas). 

A verdade é que o caminho mais difícil – o estreito – aponta para a busca de unidade e harmonia e pressupõe, para alcançar este fim, que serão necessários muitos minutos de diálogo fértil e construtivo, com uma escuta respeitosa e de coração aberto ao outro. É preciso abrir-se à criatividade para superarmos a imposição egoísta do meu (que acredito que é o certo) sobre o teu (que por ser distinto é presumido como errado) e chegarmos ao nosso. 

Quando a decisão é tomada unilateralmente, frequentemente resulta em uma crise! 

Outro dado importante a ser observado nessa crise é que ela passa essencialmente pelo sensorial, sem buscar elementos racionais para a avaliação da realidade. A mulher vê (órgão dos sentidos) que a árvore era “atraente aos olhos” e que parecia “agradável ao paladar” (órgão dos sentidos). Então, deixa-se levar por essas sensações sem refletir (uso da razão) sobre o significado mais profundo de tudo aquilo. Atitude diferente da de Eva verificamos em outra mulher bíblica de destaque, Maria, que refletia nos acontecimentos e buscava significado no que lhe era de difícil compreensão (Lc 2. 51). 

Tampouco Adão se detém para refletir sobre o que estava acontecendo e deixa-se levar pela mesma busca por prazer sensorial. Essa busca é algo que afeta homens e mulheres desde os tempos mais remotos da humanidade. Em si, ela não é negativa. Porém, quando não é equilibrada com a reflexão racional, ela pode ter sequelas desastrosas. Hoje em dia, quando um cônjuge trai seu par em busca de um “algo a mais” (sensorial), acaba destruindo não só o relacionamento, mas também a autoestima do cônjuge e a construção de valores dos filhos. Jovens que buscam sensações orgásticas autocentradas “ficando” com vários parceiros/parceiras de forma inconsequente e descompromissada, sem o perceberem estão transformando os relacionamentos em padrões objetais (uso o outro para ter sensações) e corroendo seu valor pessoal. Da mesma forma que eu uso o outro, torno-me objeto de uso do outro (coisa), deixando de ser uma pessoa na relação. 

A reflexão à posteriori (“ouvindo os passos do Senhor […] esconderam-se”, Gn 3.8) leva a sentimentos de vergonha (3.10), nojo, medo, e tantos outros negativos. Isso é muito comum em um processo de busca irrefletida pelo sensorial. Quantos jovens sentem-se mal após sentirem-se usados e descartados por seus pares? Como Amnom que, de sentir-se intensamente apaixonado, passou a sentir repugnância após estuprar sua própria irmã (2Sm 13.15). 

A crise se intensifica com a troca de acusações (Gn 3.12 e 13) e o não reconhecimento de responsabilidade. Em um processo de crise geralmente pensamos em que o outro é culpado, em vez de nos humilharmos e reconhecermos a nossa parcela de responsabilidade. Sem a humilhação não há a possibilidade de manifestação da graça de Deus (1Pe 5.6). O orgulho próprio impede que desfrutemos de uma vida plena, pois, paradoxalmente quando reconhecemos que erramos é que crescemos. É também quando o relacionamento cresce, mas isso é difícil, pois, como Adão e Eva que tentaram cobrir-se com frágeis folhas em Gênesis 3.7, tememos que, ao expormos nossas falhas, o outro nos rejeitará, perderá sua admiração por nós. 

O desfecho da crise entre o casal se dá no aprofundamento da distância relacional, com Deus “pré-vendo” que cada um dos componentes do casal passaria a priorizar outros elementos, o que causaria profundos problemas – uma mudança de foco da unidade relacional para atividades que são consideradas “mais importantes”. A mulher passaria a valorizar mais a maternidade, quebrando a harmonia conjugal e gerando uma prevalência do marido nos processos decisórios familiares (Gn 3.16; 20). O homem priorizaria o trabalho, através do qual tentaria restabelecer sua dignidade (Gn 3.17-19), mas sempre com sofrimento. O prazer sensorial que é buscado transforma-se em desprazer e o vínculo harmônico do Éden é perdido – já não há mais transparência entre o homem e sua esposa (Gn 3.21). 

Trecho retirado de Acontece nas Melhores Famílias, de Carlos Catito Grzybowski e Jorge E. Maldonado (Editora Ultimato)
http://ultimato.com.br/sites/blogdaultimato/2017/05/08/o-primeiro-casal-a-primeira-briga/?platform=hootsuite

segunda-feira, 1 de maio de 2017

10 Coisas que os Jovens em um Relacionamento Sério Devem Saber

 
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  1. O seu desejo de fazer sexo com a pessoa amada não é ruim. Seria um problema diferente para nos preocuparmos caso você não desejasse. A chave é que o desejo de glorificar a Cristo deve ser maior do que o desejo de fazer sexo com quem você ama.
  1. A chave para que o desejo de glorificar a Cristo seja maior do que o desejo de fazer sexo é que essa decisão deve ser tomada repetidamente.
  1. As pessoas que estão em um relacionamento sério demonstram seu melhor comportamento. Portanto, seja qual for esse comportamento agora, pode-se esperar que, com o tempo, vai “piorar”. Conforme a intimidade aumenta, as pessoas tendem a baixar a guarda. O casamento não resolve um mau comportamento, mas sim, dá a ele mais liberdade para aparecer. Garotas, se o seu namorado é controlador, desconfiado, manipulador ou te menospreza, ele ficará pior e não melhor, à medida que durar o seu relacionamento. Quaisquer que sejam as desculpas que você inventar ou as coisas que você relevar agora, ficará cada vez mais evidente e difícil de ignorar à medida que durar o seu relacionamento. Você não conseguirá consertá-lo, e o casamento não vai endireitá-lo.
  1. Quase todos os cristãos que conheço os quais se casaram com um não cristão declaram seu amor pelo seu cônjuge e não se arrependem de terem se casado; no entanto, eles têm vivenciado uma dor profunda e um descontentamento com seu casamento por causa desse jugo desigual e, hoje, não aconselhariam um cristão a se casar com alguém que não seja cristão.
  1. Considerar que você é especial e diferente, e que as experiências dos outros não refletem a sua, é uma visão pequena, insensata e arrogante. As pessoas que te amam e te avisam/aconselham sobre seu relacionamento talvez sejam ignorantes. De fato, existem pessoas assim. Mas há uma probabilidade bem maior de que seus pais, seus pastores, seus amigos casados há mais tempo sejam mais sábios do que você pensa.
  1. Morar juntos antes do casamento é um fator que pode matar seu casamento.
  1. O sexo antes do casamento não incentiva o rapaz a crescer, ter responsabilidade e a liderar sua casa e família.
  1. O sexo antes do casamento fere o coração de uma garota, talvez imperceptivelmente no início, mas sem dúvidas com o passar do tempo, conforme ela troca os benefícios de uma aliança, mas sem a segurança da mesma. Não foi assim que Deus planejou que o sexo nos trouxesse satisfação. Nunca entregue o seu corpo para um homem que não tenha prometido a Deus total fidelidade a você dentro da aliança de casamento, isso implica em prestar contas a uma igreja local. Resumindo, não entregue seu coração a um homem que não presta contas a alguém que dê a ele uma disciplina piedosa.
  1. Todos os seus relacionamentos, inclusive seu relacionamento de namoro, têm o propósito maior de trazer glória a Jesus do que proporcionar a você uma satisfação pessoal. Quando a prioridade máxima em nossos relacionamentos é a satisfação pessoal, ironicamente, acabamos nos sentindo totalmente insatisfeitos.
  1. Você é amado por Deus com uma graça abundante através da obra redentora de Cristo. E esse amor que nos envolve pela fé em Jesus nos dá poder e satisfação do Espírito Santo para buscar relacionamentos que honrem a Deus e, através deles, aumentem a nossa alegria.

 Autor: Jared C. Wilson
Tradução: Isabela Siqueira
Fonte: Ministério Fiel
http://reformados21.com.br/2017/04/13/10-coisas-que-os-jovens-em-um-relacionamento-serio-devem-saber/
http://static.vix.com/pt/sites/default/files/styles/large/public/p/paixao-beijo-casal-0217-1400x800.png?itok=JWahCJII
 

quinta-feira, 27 de abril de 2017

O amor tem 5 estágios, mas a maioria dos casais separa no terceiro


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O psicólogo Jed Diamond descobriu os estágios do amor. Ele trabalhou como terapeuta de casais e famílias por mais de 40 anos e reparou que o amor tem 5 fases e que a maioria das pessoas para na terceira fase e vai à procura de um novo amor, por acreditar que o relacionamento anterior não deu certo.

Todos querem ter um amor, alguém que para envelhecer juntos e dividir momentos importantes de suas vidas. Mas poucos estão dispostos a ir além do terceiro estágio, por isso que vemos tantos divórcios.

O Dr. Jed explica que muitas pessoas acreditam que estavam com a pessoa errada, mas é porque elas não entendem que o estágio 3 é apenas o começo de um amor forte e duradouro.

Estágio 1: Apaixonam-se

Esta é a fase que todos já experienciaram um dia. É quando a pessoa apaixonada se vê no futuro com a outra, imagina que aquela pessoa irá satisfazer todos os seus desejos e completar sua vida. É quando o corpo libera hormônios como a dopamina, que dá uma sensação de felicidade e satisfação. O casal apaixonado acredita que esses sentimentos irão permanecer para sempre, mas não é bem assim.

Estágio 2: Tornam-se um casal

Nessa fase o casal se apaixona mais, os sentimentos ficam mais aflorados e eles se tornam um casal. Normalmente, é nessa fase que os dois se casam e têm filhos. Eles constroem uma família e, se suportarem as adversidades de criar as crianças, o amor entre eles fica mais profundo e se desenvolve mais. É quando o casal se sente unido, seguro, feliz e confortável.

Estágio 3: Desilusão

Para muitos casais esse estágio é o começo do fim. Os dois começam a se irritar por coisas pequenas e se sentem menos amados. Sentem que devem escapar dessa armadilha. Eles se perguntam para onde aquela pessoa amada foi e onde aquele relacionamento feliz está. Por isso que um parceiro ou o casal decide se separar.

O Dr. Jed explica que essa fase pode apenas parecer um "inferno". Mas ela é, na verdade, muito importante para o relacionamento. É a oportunidade que o casal tem de queimar todas as ilusões que tem um do outro e aprender a amar verdadeiramente um ao outro. É quando eles param de amar as "projeções" que tem um do outro e amam a pessoa com quem se casaram.

Estágio 4: Criam amor real e duradouro

Após vencer o estágio 3 e perceber o que causa dor e conflito na relação, o casal pode desenvolver um amor forte e mais verdadeiro. É nessa fase que os dois se tornam aliados e tentam ajudar um ao outro a curar qualquer trauma ou medo. Eles aceitam um ao outro exatamente da maneira que são.

Estágio 5: Usam o poder de dois para mudar o mundo

Se um casal não consegue resolver seus próprios conflitos e aprender a se amar, eles não conseguirão mudar o mundo à sua volta. Vemos tantas desgraças nas notícias, pessoas que fazem o mal para outras, catástrofes... Mas um casal é capaz de mudar o mundo à sua volta e espalhar amor se eles nutrirem o amor um pelo outro.


https://familia.com.br/12276/o-amor-tem-5-estagios-mas-a-maioria-dos-casais-separa-no-terceiro

http://static2.blastingnews.com/media/photogallery/2017/4/19/660x290/b_586x276/confira-quais-sao-essas-fases-e-como-evitar-problemas-na-relacao_1283069.jpg
 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Dez Razões Pelas Quais É Errado Tirar a Vida de Crianças por Nascer


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Por John Piper
 
Tópico: Aborto.

Esta não é uma defesa da humanidade do feto. É um argumento de que, se os fetos são seres humanos, não devem ser abortados. Existem alguns abortistas que acreditam que os fetos são seres humanos. Mas estes médicos fazem abortos regularmente de qualquer maneira, porque eles acreditam que tirar a vida humana inocente, apesar de trágico, é justificável tendo em consideração as circunstâncias difíceis enfrentadas por mãe e filho. Alguns destes médicos querem ser Cristãos e bíblicos, e não veem a sua prática como errada. Eu escrevi este pequeno texto para encorajar estes médicos a reconsiderar.

1. Deus ordenou: "Não matarás" (Êxodo 20:13).

Estou ciente de que alguns assassinatos são endossados ​​na Bíblia. A palavra para "matar" em Êxodo 20:13 é o Hebraico rahaz. Ela é usada 43 vezes no Antigo Testamento em Hebraico. Sempre significa matança pessoal violenta, que na verdade é assassínio ou é acusado de assassínio. Nunca é usada para matar na guerra ou (com uma possível exceção, Números 35:27) matar em execução judicial. Tanto que há uma diferença clara entre o "colocar à morte" legal e o "assassinato" ilegal. Por exemplo, Números 35:19 diz: "O assassino certamente será morto”. A palavra "assassino" vem de rahaz que é proibido nos Dez Mandamentos. A palavra "pôr à morte" é uma palavra geral que pode descrever as execuções legais.

Quando a Bíblia fala do matar que é justificável, geralmente tem em mente a partilha por Deus de alguns dos Seus direitos com a autoridade civil. Quando o estado age na sua qualidade de preservador ordenado por Deus da justiça e paz, ele tem o direito de "trazer a espada", como Romanos 13:1-7 ensina. Este direito do Estado é sempre exercido para punir o mal, não para atacar os inocentes (Romanos 13:4).

Portanto, "Não matarás" é uma denúncia clara e retumbante da matança de crianças inocentes ainda por nascer.

2. A destruição da vida humana — seja ela embrionária, fetal ou viável -— é uma agressão à obra singular de Deus de formar as pessoas.

Podemos dizer alguma coisa a partir das Escrituras sobre o que está acontecendo quando uma vida no ventre é abortada? Considere dois textos. Salmo 139:13 diz: "Tu possuíste os meus rins, cobriste-me no ventre de minha mãe”.

O mínimo que podemos extrair deste texto é que a formação da vida de uma pessoa no ventre é obra de Deus. Deus é o "Tu" neste versículo. Além disso, podemos dizer que a formação de vida no ventre não é um mero processo mecânico, mas é algo sobre a analogia da tecelagem ou tricô: "Cobriste-me no ventre de minha mãe". A vida do nascituro é o tricô de Deus, e o que Ele está tecendo é um ser humano à Sua imagem, ao contrário de qualquer outra criatura no universo.

O outro, menos conhecido, o texto que está no livro de Jó. Jó está protestando que ele não rejeitara a causa de qualquer dos seus servos, embora naquela cultura muitas pessoas pensassem que os servos não eram pessoas, somente propriedades. A coisa a observar aqui é como Jó argumenta.
Jó 31:13-15 diz: 13 Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles contendiam comigo; 14 Então que faria eu quando Deus se levantasse? E, inquirindo a causa, que lhe responderia? 15 Aquele que me formou no ventre não o fez também a ele? Ou não nos formou do mesmo modo na madre?”.
O versículo 15 dá a razão pela qual Jó seria culpado se ele tratasse seu servo como menos do que uma igualdade humana. A questão não é realmente que uma pessoa possa ter nascido livre e a outra nascido na escravidão. A questão remonta antes do nascimento. Quando Jó e seus servos estavam sendo formados no ventre, a Pessoa-chave no trabalho era Deus. Essa é a premissa do argumento de Jó.

Então ambos, Salmo 139 e Jó 31 destacam a Deus como o principal trabalhador — Nutridor, Formador, Tecelão, Criador — no processo de gestação. Por que isso é importante? É importante porque Deus é o único que pode criar a personalidade. Mães e pais podem contribuir com um óvulo impessoal e um pouco de esperma impessoal, mas apenas Deus cria a personalidade independente. Então, quando a Escritura enfatiza que Deus é o Cuidador e o Formador no ventre, deve-se destacar que o que está acontecendo no ventre é obra exclusiva de Deus, a saber, a formação de uma pessoa. Do ponto de vista bíblico a gestação é obra única de Deus, isto é, a criação de uma pessoa.

Podemos argumentar, eu digo, interminavelmente sobre o que seja personalidade total. Mas isso podemos dizer, eu acho, com grande confiança: o que está acontecendo no ventre é um trabalho único de Deus de formar uma pessoa, e somente Deus sabe quão profunda e misteriosamente a criação de uma personalidade é tecida durante a confecção de um corpo. Por isso, é arbitrário e injustificado presumir que, em qualquer ponto do tecer dessa pessoa, sua destruição não é uma agressão às prerrogativas de Deus, o Criador.

Para colocá-lo de forma positiva: a destruição da vida humana concebida — seja ela embrionária, fetal ou viável — é uma agressão ao trabalho único de Deus de formar as pessoas. O aborto é uma agressão a Deus, e não apenas ao homem. Deus está trabalhando no ventre desde o momento da concepção. Este é o testemunho claro do Salmo 139:13 e de Jó 31:15.

3. Abortar seres humanos ainda não nascidos cai sob a repetida proibição bíblica contra o "derramamento de sangue inocente”.

A expressão "sangue inocente" aparece cerca de 20 vezes na Bíblia. O contexto é sempre o de condenar aqueles que derramaram este sangue ou alertar as pessoas a não o derramarem. Sangue inocente inclui o sangue das crianças (Salmos 106:38). Jeremias coloca-o em um contexto com os refugiados e as viúvas e órfãos: "Assim diz o Senhor: Faça justiça e retidão, e livra das mãos do opressor aquele que foi roubado. E não aflija nem pratique violência contra ao estrangeiro, o órfão, e a viúva, nem derrames sangue inocente neste lugar”. Certamente o sangue do feto é tão inocente como qualquer sangue que corre no mundo.

4. A Bíblia frequentemente expressa a alta prioridade que Deus coloca na proteção, abastecimento e defesa dos mais débeis e indefesos e mais oprimidos membros da comunidade.

Repetidas vezes lemos sobre o estrangeiro, a viúva e o órfão. Estes são o especial cuidado de Deus e deve ser o cuidado especial do Seu povo.
“O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás; pois estrangeiros fostes na terra do Egito. (E vocês eram todos na ocasião bebês no ventre!). A nenhuma viúva nem órfão afligireis. Se de algum modo os afligires, e eles clamarem a mim (como o sangue de Abel clamou da terra, Gênesis 4:10), eu certamente ouvirei o seu clamor. E a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos” (Êxodo 22:21-24).

“Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no seu lugar santo” (Salmos 68:5).

“Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios” (Salmos 82:3-4).

“Matam a viúva e o estrangeiro, e ao órfão tiram a vida. Contudo dizem: O Senhor não o verá; nem para isso atenderá o Deus de Jacó. E trará sobre eles a sua própria iniquidade; ... e os destruirá na sua própria malícia; o Senhor nosso Deus os destruirá” (Salmos 94:23).
5. Ao julgar uma vida humana difícil e trágica como um mal pior do que tirar a vida, abortistas contradizem os ensinamentos bíblicos de que Deus ama mostrar Seu poder gracioso através do sofrimento e não apenas por ajudar as pessoas a evitarem o sofrimento.

Isso não significa que devemos procurar o sofrimento para nós mesmos ou para os outros. Mas isso significa que o sofrimento é geralmente retratado na Bíblia como necessário e ordenado por Deus, embora não agradável a Deus, e próprio deste mundo caído (Romanos 8:20-25, Ezequiel 18:32), e especialmente a porção necessária de todos os que desejam entrar no reino (Atos 14:22; 1 Tessalonicenses 3:3-4) e viver uma vida de piedade (2 Timóteo 3:12). Este sofrimento nunca é visto apenas como uma tragédia. Ele também é visto como um meio de profundo crescimento com Deus e tornar-se forte nesta vida (Romanos 5:3-5; Tiago 1:3-4; Hebreus 12:3-11; 2 Coríntios 1:9, 4:7- 12; 12:7-10) e tornando-se algo glorioso na vida por vir (2 Coríntios 4:17; Romanos 8:18).

Quando abortistas argumentam que tirar a vida é menos mau do que as dificuldades que acompanharão a vida, eles estão se tornando mais sábios do que Deus, que nos ensina que Sua graça é capaz de atos maravilhosos de amor através do sofrimento daqueles que vivem.

6. É um pecado de presunção justificar o aborto, tirando conforto do fato de que todas estas crianças irão para o Céu ou terão uma vida completa na ressurreição.

Esta é uma maravilhosa esperança quando o coração é quebrantado com penitência e busca o perdão. Mas é má para justificar a matança pelo resultado feliz da eternidade para o assassinado. Esta mesma justificativa poderia ser usada para justificar a matança de crianças de um ano, ou qualquer crente destinado ao Céu por esse motivo. A Bíblia faz a pergunta: "Havemos de pecar que abunde a graça?" (Romanos 6:1) E: "Vamos fazer o mal que venha o bem?" (Romanos 3:8). Em ambos os casos a resposta é um sonoro NÃO. É presunção pôr-se no lugar de Deus e tentar fazer as atribuições para o Céu ou para o Inferno. Nosso dever é obedecer a Deus, não brincar de Deus.

7. A Bíblia nos ordena a resgatar nosso próximo que está sendo injustamente levado à morte.
“Se tu deixares de livrar os que estão sendo levados para a morte, e aos que estão sendo levados para a matança; Se disseres: Eis que não o sabemos; porventura não o considerará aquele que pondera os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma? Não dará ele ao homem conforme a sua obra?” [Provérbios 24:11-12].
Não há nenhuma razão científica, médica, social, moral ou religiosa significativa para colocar a criança em uma classe onde este texto não se aplica a ela. É desobediência a este texto abortar uma criança por nascer.

8. Abortar nascituros cai sob a repreensão daqueles que desprezam as crianças como sendo inconvenientes e indignas da atenção do Salvador Jesus.
“E traziam-lhe também meninos, para que ele lhes tocasse; e os discípulos, vendo isto, repreendiam-nos. Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus” (Lucas 18:15-16). 
A palavra para "meninos" em Lucas 18:15 é a mesma palavra que Lucas usa para a criança por nascer no ventre de Isabel em Lucas 1:41-44.
“E, lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles e, tomando-o nos seus braços, disse-lhes:
Qualquer que receber um destes meninos em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber, recebe, não a mim, mas ao que me enviou” (Marcos 9:36-37).
9. É o direito de Deus, o Criador, de dar e tirar a vida humana. Não é nosso direito pessoal fazer esta escolha.

Quando Jó ouviu que seus filhos tinham sido mortos em uma casa num desabamento, ele prostrou-se para adorar ao Senhor e disse: “E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1:21).

Quando Jó falou sobre vir do ventre de sua mãe, ele disse: "O Senhor o deu". E quando Jó falou em morrer, ele disse: "O Senhor o tomou". O nascimento e morte são as prerrogativas de Deus. Ele é o Doador e Cuidador neste caso impressionante da vida. Não temos o direito de fazer escolhas individuais sobre o assunto. Nosso dever é cuidar do que Ele nos dá e usá-lo para Sua glória.

10. Por último, a fé salvadora em Jesus Cristo traz o perdão dos pecados e a purificação da consciência e ajuda ao longo da vida e dá esperança para a eternidade. Rodeado por um amor tão onipotente, todo seguidor de Jesus está livre da ganância e do medo que podem seduzir uma pessoa a abandonar essas verdades, a fim de ganhar dinheiro ou evitar a censura.

Minha oração é que qualquer pessoa envolvida na prática do aborto considere essas coisas muito a sério e ore por fé e coragem para defender a vida e o amor em Jesus Cristo.  


http://oestandartedecristo.com/texto/450/dez-razoes-pelas-quais-e-errado-tirar-a-vida-de-criancas-por-nascer-por-john-piper